quarta-feira, 1 de julho de 2015

editais da Coletânea Anual e do Concurso Internacional do CLIPE

Coletânea Anual do CLIPE

            Estão convidados todos os membros do quadro social, os amigos e colaboradores do Centro Literário Pelotense a participar da Coletânea Anual cujas inscrições já estão à disposição no local das reuniões semanais do CLIPE (Sociedade Italiana, Rua Santos Dumont, 302, Pelotas RS), às segundas-feiras, das 15 às 17 horas.
            Os trabalhos deverão ser entregues até 30 de julho de 2015, impreterivelmente.
            Cada participação terá o custo de R$ 100,00 (cem reais), que poderão ser parcelados em 2 vezes até 30/7/2015.
            Maiores informações poderão ser obtidas pelos telefones (53)33032609, 91674929. Os trabalhos deverão observar o regulamento abaixo:

                        REGULAMENTO
            Os trabalhos dos participantes terão de respeitar o limite de três páginas de no máximo 30 linhas por página, incluindo o currículo de no máximo 8 (oito) linhas. Epígrafe, “lead” ou frase introdutória, se for de preferência do participante, deverá estar contida nas oito linhas do currículo.
            Os trabalhos deverão ser entregues exclusivamente em CD, fonte 12, Times New Roman, já revisados, ficando a revisão sob a responsabilidade do participante.
            Cada participante terá direito a cinco livros. O que ultrapassar dos cinco deverá ser pago à parte.
            A integralização do pagamento e o prazo limite para o recebimento dos trabalhos será o dia 30/7/2015, impreterivelmente.
            NOTA: Como enviar os trabalhos? Enviar para:
            COLETÂNEA ANUAL DO CLIPERua Benjamin Constant nº 2111  cep.96010-020  centro casa – Pelotas – RS



           
Concurso Literário Internacional “Dr. Thomaz Luccia”

            O Centro Literário Pelotense está com inscrições abertas para o concurso de Poesia e Prosa. Tema Livre.
            Poderão inscrever-se clipeanos e não clipeanos; nacionais e internacionais.
            Cada autor poderá concorrer com 1 (um) só trabalho que deverá ser inédito, digitado no formato Times New Roman/12, em 3 cópias, assinado com pseudônimo, não podendo ultrapassar 30 linhas, uma lauda.
            Um envelope pequeno, lacrado, deverá conter:
            Nome completo do autor, endereço, telefone para contato, título da obra e pseudônimo do autor.
            O envelope menor e os textos (três cópias), num envelope maior que será remetido para:
            Helena Manjourany - Rua Benjamin Constant nº 2111  cep.96010-020  centro casa - Pelotas – RS – Brasil.
            As inscrições encerrar-se-ão impreterivelmente no dia 30 de julho de 2015. Vale a data de postagem.
            O valor da inscrição é de R$ 20,00 (vinte reais).
            A comissão julgadora será formada por 3 (três) pessoas de alto gabarito cujo julgamento será absoluto, não cabendo qualquer reclamação ou recurso sobre o mesmo.
            A premiação constará de troféu e diploma ao primeiro colocado; ao 2º colocado será atribuído troféu e o 3º receberá diploma. Se a comissão julgadora achar necessário, serão atribuídas até 2 (duas) menções honrosas.

            Observação:A premiação acima será uma para os concorrentes nacionais e outra para os internacionais.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Concurso Literário Internacional "REYZINA VIANNA RAMOS"

O Centro Literário Pelotense está com inscrições abertas para o Concurso Literário, versão  2014. Poderão inscrever-se clipeanos e não clipeanos, nacionais e internacionais. O tema é livre e são aceitos  poesias, contos e crônicas.

Cada candidato poderá concorrer em apenas uma categoria e  com 1 (um) só trabalho que deverá ser inédito, digitado no formato Times New Roman/12, em 3 cópias, assinado com pseudônimo, não podendo ultrapassar uma página( 30 linhas), para  a poesia e duas páginas( 60 linhas), para conto e crônica.

Os trabalhos deverão ser  colocados em  um envelope grande lacrado, com o título do concurso e o pseudônimo. Dentro desse, um envelope pequeno, lacrado, contendo: nome completo do autor,  endereço, telefone ou e-mail  para contato, título da obra, pseudônimo; num segundo envelope pequeno anexar o comprovante de pagamento da inscrição. Todos os três envelopes devem ser identificados apenas com o pseudônimo e enviados  para: Terezinha Lorena Pasqualotto,  Av. Ferreira Viana, 150/202 – CEP 96085-000 - Pelotas, RS.

            As inscrições encerrar-se-ão impreterivelmente no dia 30 de junho de 2014. Vale a data de postagem.

O valor da inscrição é de R$20,00 (vinte reais) e deverá ser depositado na conta a seguir: 35212965-02, da Agência 320 do Banrisul.

A Comissão Avaliadora será formada por 3 (três) pessoas convidadas pelos organizadores  cujo julgamento será absoluto, não cabendo qualquer reclamação ou recurso sobre o mesmo.


A premiação constará de troféu e diploma ao primeiro e segundo colocados e medalha e diploma ao terceiro. Poderão ser conferidas menções honrosas a critério da Comissão. Os trabalhos serão publicados na coletânea Anual do CLIPE.

sábado, 1 de março de 2014

LITERATURA DE CORDEL

Autora: Helena Heloisa Manjourany Silva
Declamado na Feira do Livro do Cassino, para homenagear os colegas escritores e publicado na página dominical do CLIPE no Diário da Manhã de 16 de fevereiro.

Este grupo simpático
Forma o maravilhoso
Centro Literário Pelotense
O CLIPE está orgulhoso
E sensibilizado por participar
Desse momento glorioso.

Tomei a liberdade insana
De usar a literatura de cordel
Para falar desses escritores.
Não sou nenhum menestrel
Mas acho que conheço um pouco
Desse grupo bom pra “dedel”.

Fiquei fissurada em metaplasmos.
Línguas Vernáculas como estudar?
No avançado da idade vacilei
Apócope, antítese fico a pensar!
Com ‘u’ ou ‘l’, apenas fonética, deixa pra lá.
“Dedel” é coisa boa e serviu para rimar.

Ana Osório Aninha.
Meiga, muito querida,
Tem nos gatos sua inspiração
Por eles muito amada
Sua sensibilidade a todos enternece
Escrevendo da vida a própria vida.

Antenorina sensível Nina
Coração pleno de poesia e de vida
Participa de vários grupos seletos
Um pé aqui e o outro na estrada
Sempre sorrindo vai escrevendo
Compartilhando sua arte linda.

Antonio Miguel Albaini
Calado, quietinho sempre presente.
Possuidor de voz de radialista
Um timbre forte muito potente
Os textos que escreve saltam das páginas,
Envolvendo-nos profundamente.

Arzelinda, Linda como o próprio nome.
Canta, toca violão e escreve divinamente.
De fala suave e muito delicada
Recita igual um anjo lindamente
Não perde tempo falando alto
Espera pela sua vez pacientemente.

Eduardo de Almeida Farias
Sério, competente e companheiro.
Nosso poeta de Além-Mar
Alma portuguesa, coração brasileiro.
Tem que ter paciência de Jó
Para aquentar esse grupo brejeiro.

Fernanda, Fernandinha nossa neném.
Quietinha, quietinha a todos conquistou.
Escreve bem, mas não acredita.
É só entender que a palavra já elaborou.
No coração, na alma no espírito.
E o próprio texto na mente finalizou.

Eu sou Helena Heloisa com “h”
Porque na chamada o “h” no meio aparecia.
Assim nunca seria a primeira
E a última pro outro dia desaparecia.
Porém um erro meu pai cometeu
A Irmã Ilda Maria ele não conhecia.

Heloisa Zambonato eterna guerreira
Faz da criação literária sua sobrevivência
A cada hora tem o poema adequado.
Alertando sempre nossa consciência
É amiga sempre por inteiro
Dando lições com sua experiência.

Inalda Peters da Silva
Hábil fotógrafa e competente escritora
Traz consigo sempre um furacão
Quando chega feliz como professora
Ninguém ao seu lado fica triste
Dribla as mágoas como boa jogadora.

Iolanda Botelho, sem tempo.
A sua história em Mauá contou
Obra leve descontraída linda
Os dados com cuidado pesquisou
Entre campinas cresceu feliz
Sempre atrasada, mas nunca fraquejou.

Jacira de Souza nossa jornalista
Discurso firme, coração repleto de amor.
Sempre elegante nas festas sociais
Dá vida as palavras com muito louvor
Escreve para Pedro Osório
Mas vive cá entre nós com ardor

Joaquim Monks o “Poetinha”
Pseudônimo de escritor
Sendo um grande poeta.
De lindas metáforas, criador.
Acredito que seu espírito
Será um eterno prosador.

Jorge Fonseca o músico.
Chegou como se não quisesse nada
Cantou baixinho pra nossa presidente.
Seu coração roubou de uma só parada
Filósofo foi direto ao ponto
Escrevendo lindo para sua amada.

Lia Rosa a pequenina
Porem repleta de mil emoções
Fala mansa e delicada
Alegra nossos corações
Transforma sempre o ambiente
Sublime como as eternas canções

Maria Angélica nossa Angel.
Bancária por excelência
Do grupo está licenciada
Porque do banco foi exigência.
Sua falta, lamentamos.
Seu nome, lembramos com frequência.

Maria de Lourdes Poetsch
Discreta, elegante e divertida.
Solidária em qualquer campanha
Leal e amiga assumida
Discreta no que escreve, não badala.
Prefere em casa ficar aquecida.

Maria Isabel. Bel Plá, plácida,
Serena e muito consciente
Reflete em sua obra uma alma delicada.
No pesado pega quando chama a presidente
Não se omite as responsabilidades
Com seu amado Beto, vive livremente.

Maria Tereza amorosa
Dançando o amor encontrou
Formam um casal perfeito
Na Sociedade Italiana imaginou
Dar vazão à sua criatividade
Escrevendo, amando a vida cantou.

Marísia Vieira nossa oficineira.
Traz Jesus no nome e no coração
Fundadora e por duas vezes presidente
Oito livros publicados com emoção
A doutora tudo sabe, é muito exigente.
Tema não feito, não tem o seu perdão.

Raquel Monteiro, doçura de pessoa.
Presente com seus bolos a nos encantar
Transforma tudo em doces poemas
Sempre pronta para nos adoçar
Porem nos resta uma dúvida atroz:
Prefere mais escrever ou confeitar.

Sonia Cava a musicista
Sentada ao piano com seu amor
Levam a vida um ao lado do outro
Escreve, toca, canta com muito ardor
Muito atarefada está sempre a correr
Faz do tempo o aliado corredor.

Terezinha Lorena a presidente
Sempre alegre e alto astral
Tudo resolve com diplomacia
Com todos é muito legal
Ama deveras seu filósofo
Com um amor incondicional.

Vilma Vianna eterno sorriso
Uma viajante incansável
Está sempre pronta para o avião pegar
Escritora de Haicai muito sensível
Retrata a vida com palavras lindas
Com uma escrita inconfundível.

Vilma Guerra, guerra só o nome.
É meiga, sensível e brilhante.
Seria um privilégio para todos
Ter sua presença constante
As reuniões iluminadas seriam
Com a luz do seu semblante.

Waldemar Pereira de Souza
Dizem que o elefante nada esquece.
Tenho a absoluta certeza
O seu Waldemar ele não conhece
Dizendo seus poemas de memória.
Deus dá este privilégio a quem merece.

Yara Bastos André Cava
Nome sonoro quanto seu ideal
Com seus cabelos brancos
Torna-se uma pessoa sem igual
Seu destino é escrever, tocar e pintar.
Não dispensamos sua presença genial.

Yeda Pereira, sempre justa.
Faz da justiça sua bandeira
Falando sempre o que pensa
Sincera e muito verdadeira
Em cada palavra que escreve
Reflete a sua força pioneira.

Marilena Abud timidamente
Escreve sua própria vida.
Tem na família o seu esteio.
Isola-se mas o coração a convida,
Suas recordações conosco compartilhar.
Assim não fica no bloco esquecida.

Participamos da Feira do livro,
No Cassino, num calor infernal.
A todos nossos parabéns.
Pela grande festa fenomenal.
Até o calor amenizaram
Com escritores fora do normal.

A casa do Poeta Brasileiro tem orgulho
De a Rio Grande pertencer.
Inspira-se em sua amada Aila
Uma presidente para ninguém esquecer.
Mesmo doente correu do hospital
Para com amor todos enaltecer.

Assim vou terminar
Porque não estou em campanha
Espero que todos entendam
Minha humilde façanha
Desculpem mentes brilhantes
E de sensibilidade tamanha.
FIM

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014



                               
           UM ANO SEM LÍGIA!

                 Na terça-feira,28, a família da nossa saudosa amiga mandou rezar uma missa em sua memória na Catedral Metropolitana. Enquanto isso, na atual sede do Clipe, desencaixotávamos caixas e mais caixas com a mudança para a nova sede na Sociedade Italiana. Sentimos que estávamos orando pela nossa querida mestra. De lá onde ela está, temos a certeza de que ela entendia o nosso trabalho e a ausência da celebração. Temos certeza disso! Fique em paz inspiradora amiga que para sempre ficará em nossos corações.
                     Terezinha Pasqualotto

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Boas férias!


O Centro Literário Pelotense está em férias, mas as penas não param!
Que as Deusas da Poesia não nos deixem descansar!
A todos os amigos, muitas inspirações!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

UM SEGREDO DE NATAL*



Por que aquele enfeite da árvore era tão importante para mamãe?

Por Paul Mark

É o ANO NOVO e nossa família passou unida, mais uma vez, as maravilhosas festas natalinas. Toda a casa apresenta marcas das festas de ontem, onde as crianças esparramaram os brinquedos e deixaram migalhas de doces e bolos pelo chão, vovó acompanhava os pequenos em suas travessuras, encobrindo algumas delas.
Depois do café da manhã, mamãe começa a guardar os adornos natalinos e, especialmente, a árvore de Natal, o que todos os anos é sua tarefa. Os enfeites são guardados, um por um, parando de vez em quando para olhar alguns deles que foram feitos muitos anos antes. Depois embrulha cada um em papel de seda, colocando-os numa caixa de papelão desgastada pelo tempo. O último a ser guardado é o enfeite do topo da árvore. Em direção ao céu, no ramo mais alto, está presa uma estrela cujo símbolo é lembrar que o Natal é iluminado pela luz de Cristo, representada pela nova estrela. Aquele será o último enfeite a ser embrulhado e depois colocado na caixa. No ano seguinte, será a primeira luz do Natal a encher a casa.
Mas, antes dela, ainda há um enfeite: uma pequena corrente com elos vermelhos e verdes, cortados em papel e colados nas pontas. Esta corrente dá a volta à árvore. Com carinho mamãe retira a corrente, soltando um elo de cada vez. Guardou o enfeite e disse baixinho: “Mal posso esperar para tornar a vê-la”.
Após guardar a corrente, guardou a estrela. A caixa foi guardada num armário no sótão.
Se alguém tivesse a curiosidade de saber o motivo da emoção que, a custo, conteve as lágrimas, os cuidados com a estrela, era só ler o que havia escrito no lado da caixa a lápis, letra de criança de 5 anos, desigual e inclinada para o lado, estava o nome: “Ângela”.
Ângela, não chegou a viver para ver seu sexto Natal, nem seu enfeite na árvore, mas era guardado, com carinho, um lugar para ela todos os anos, junto da estrela.
A mãe lembra a filha e cuida, com muito amor, para manter a corrente unida. Hoje, adulto que sou, sei o significado da palavra união.

*Texto adaptado do Reader´s Digest

“QUE A UNIÃO PERMANEÇA ENTRE OS CLIPEANOS, TRAZENDO-LHES MUITA ALEGRIA, SAÚDE E PAZ NO ABENÇOADO NATAL E ANO VINDOURO.

Natal/2013





MARÍSIA VIEIRA - OFICINISTA

sábado, 30 de novembro de 2013